![Réquiem para os nossos mortos. Promessa de futuro aos que sobrevivem: a "forração melancólica" na pandemia [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.webp)
![Réquiem para os nossos mortos. Promessa de futuro aos que sobrevivem: a "forração melancólica" na pandemia [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.webp)
Réquiem para os nossos mortos. Promessa de futuro aos que sobrevivem: a "forração melancólica" na pandemia [1]
Capítulo 8 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. E o corpo fazia-se planta, e pedra, e lodo, e coisa nenhuma Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas, 1971, p. 16. Somos convocados a um tempo de árduos trabalhos de lutos. Precisamos de coragem (considerando, etimologicamente, que o vocábulo provém de cor, ou seja, coração); mas, como qualquer guerreiro que esmorece e descansa entre uma bat
35 min de leitura
![A função vitalizadora do analista e a palavra viva na sala de análise: reflexões a partir de Thomas Ogden [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.webp)
![A função vitalizadora do analista e a palavra viva na sala de análise: reflexões a partir de Thomas Ogden [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.webp)
A função vitalizadora do analista e a palavra viva na sala de análise: reflexões a partir de Thomas Ogden [1]
Capítulo 7 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. A única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais. Clarice Lispector, Perto do coração selvagem, 1980, p. 50. O objetivo deste capítulo é discorrer sobre o pensamento de Thomas Ogden no que se refere à compreensão das ideias de vitalidade e de desvitalização no processo analítico, além da linguagem vitalizadora do ana
25 min de leitura


Vitalização como uma função analítica: uma proposição a partir do pensamento de Winnicott
Capítulo 4 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde e lentamente passo a mão nessa forma insegura. Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se. Pequenos pontos brancos movem-se no mar, galinhas em pânico. É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio. Carlos Drummond de Andrade, "A flor e a náusea", 1967. Neste capít
36 min de leitura


A dimensão vitalizadora da função analítica: da técnica ativa à elasticidade da técnica ferencziana
Capítulo 1 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César, Marina F. R. Ribeiro e Claudia Mazzini Perrotta. No livro Esta arte da psicanálise: sonhando sonhos não sonhados e gritos interrompidos, de Thomas Ogden (2010), encontramos logo no segundo capítulo, intitulado "Do que eu não abriria mão", a enumeração do que ele considera como valores essenciais sustentadores de um trabalho analítico. O autor adverte que não se trata de es
30 min de leitura


Introdução do livro Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista
Escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. Estar vivo é tudo (Donald W. Winnicott, 1963, p. 174). É com essa instigante afirmativa de Winnicott, apresentada nas linhas finais do texto "Comunicação e falta de comunicação levando ao estudo de certos opostos" (1963/1982a), que iniciamos este livro. A essa sentença aparentemente simples, mas desdobrável em complexidade e intensidades, acrescenta: "É um esforço constante chegar ao ponto inicial e aí se manter". E fin
16 min de leitura
