

As linguagens da ternura e da paixão
Artigo escrito por Marina F. R. Ribeiro [1] e Péricles Pinheiro Machado Jr. [2], publicado no Jornal de Psicanálise em 2019. A consideração simultânea da dimensão sexual e da dimensão das relações de objeto era uma marca da atualidade de Bálint, retomada nos dias de hoje, por exemplo, por André Green (Figueiredo, Ribeiro & Tamburrino, 2012). De que modo podemos cotejar o primoroso trabalho de Bálint, "Eros e Afrodite", escrito em 1936, com as discussões da psicanálise contemp
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A "conversa" analítica: as palavras são as pessoas que as pronunciam
Escrito por Marina F. R. Ribeiro e publicado no Boletim Formação em Psicanálise (São Paulo), v. X, n.X, p. 104-110, 2003. Resumo: A "conversa" analítica, como diz Donald Meltzer, é a mais interessante que dois seres humanos poderiam ter. É a técnica psicanalítica que torna tal conversa tão especifica e surpreendente. A "conversa" analítica pode ser compreendida como um derivado narrativo - conceito de Antonino Ferro - da sessão. Por meio dessa complexa "conversa" o analisando
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Sem memória, sem desejo, sem compreensão prévia
Texto publicado no Vozes da Psicanálise – Clínica, teoria e pluralismo. Vol.2 1943-1966. 1ed. São Paulo: Blucher, 2023, v. 2, p. 263-268. Autores: Davi Berciano Flores [1] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [2] Bion (1965b/2014, 1967/2014) propõe um estado de mente na clínica psicanalítica no qual o analista escute seu analisando “sem memória, sem desejo e sem compreensão prévia”. Esta proposta é tomada, pelo próprio autor, como uma extensão da “atenção livremente flutuante” d
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A difícil relação mãe-filha: a mulher, a maternidade e os entrelaces psíquicos entre gerações
Texto publicado na Revista/Jornal Psique Ciência e Vida em 2007, São Paulo. p. 34-41, escrito por Marina F. R. Ribeiro. Entre uma mãe e uma filha há muitos mundos... O da paixão, da fusão, da ilusão de que não há limites de compreensão, nem de amor. O do afeto, da amizade, da delicadeza, da realização, da continuidade, do resgate, do carinho, da beleza, da maternidade e infinitos outros. Há, também, o universo da raiva, da rivalidade, da cobrança, do conflito, da inveja, da d
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Ascensão social e ruptura de contrato narcísico: a escuta na clínica social como lugar de manutenção de existência
Artigo publicado na Revista Rumos, Anuário de Psicanálise, em setembro de 2019, com a autoria de Taís de Oliveira Nicoletti [1] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [2]. Este trabalho é parte integrante de uma pesquisa de mestrado [3], cujo tema foi inspirado em diversos atendimentos de pacientes encaminhados pela rede de atendimento do CEP enquanto dela fiz parte, de 2011 a 2017. Esses pacientes têm, em seu passado recente ou no presente, uma trajetória de ascensão social, o qu
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O tempo atual de David Zimerman e Idete Zimerman Bizzi - Prefácio à 2ª edição
Prefácio escrito por Marina F. R. Ribeiro para a 2ª edição do livro Fundamentos Psicanalíticos: Teoria, Técnica e Clínica - Abordagem Didática publicado em 2026 pela Artmed. O que é verdadeiramente atual é aquilo que não se desgasta com o tempo; ao contrário, adquire maior relevância à medida que os anos passam. Nesse sentido, o livro de David E. Zimerman e Idete Zimerman Bizzi configura-se como uma obra de referência, continuamente pertinente para psicanalistas em diferentes
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A função psicanalítica da personalidade do analista e a linguagem de alcance (o analista no seu ofício contínuo de vir a ser)
Capítulo 12 do livro "Vastas emoções e pensamentos imperfeitos - diálogos bionianos; organizado por Marina F. Ribeiro e Elisa M. U. Cintra". A autoria do capítulo é de Marina F. R. Ribeiro. No meio do caminho [1] No meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra. Carlos Drummond de Andrade Sou água que corre pelas pedras: liberdade caça jeito. Manoel de Barros Entre palavras Flanalma Acalmalma Crialma Vira
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Abrindo os diálogos: vastas emoções e pensamentos imperfeitos
Apresentação do livro "Vastas emoções e pensamentos imperfeitos - Diálogos bionianos" escrito por Marina F. R. Ribeiro e Elisa Maria de Ulhôa Cintra. O procedimento analítico é uma tentativa de introduzir o paciente a quem ele é, pois, goste ou não, isto é um casamento que vai durar tanto tempo quanto ele viver (Bion, 1992, p. 117). Freud (1900), ao descrever as peculiaridades psicológicas do sonho, no livro "A interpretação dos sonhos", cita Havelock Ellis, autor que descrev
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![Réquiem para os nossos mortos. Promessa de futuro aos que sobrevivem: a "forração melancólica" na pandemia [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.webp)
![Réquiem para os nossos mortos. Promessa de futuro aos que sobrevivem: a "forração melancólica" na pandemia [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_614c9072e42545c7ac4fc3ef15747449~mv2.webp)
Réquiem para os nossos mortos. Promessa de futuro aos que sobrevivem: a "forração melancólica" na pandemia [1]
Capítulo 8 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. E o corpo fazia-se planta, e pedra, e lodo, e coisa nenhuma Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas, 1971, p. 16. Somos convocados a um tempo de árduos trabalhos de lutos. Precisamos de coragem (considerando, etimologicamente, que o vocábulo provém de cor, ou seja, coração); mas, como qualquer guerreiro que esmorece e descansa entre uma bat
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![A função vitalizadora do analista e a palavra viva na sala de análise: reflexões a partir de Thomas Ogden [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.webp)
![A função vitalizadora do analista e a palavra viva na sala de análise: reflexões a partir de Thomas Ogden [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_24e541e38f394a649a5ebbea6216b997~mv2.webp)
A função vitalizadora do analista e a palavra viva na sala de análise: reflexões a partir de Thomas Ogden [1]
Capítulo 7 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. A única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais. Clarice Lispector, Perto do coração selvagem, 1980, p. 50. O objetivo deste capítulo é discorrer sobre o pensamento de Thomas Ogden no que se refere à compreensão das ideias de vitalidade e de desvitalização no processo analítico, além da linguagem vitalizadora do ana
25 min de leitura


Vitalização como uma função analítica: uma proposição a partir do pensamento de Winnicott
Capítulo 4 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde e lentamente passo a mão nessa forma insegura. Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se. Pequenos pontos brancos movem-se no mar, galinhas em pânico. É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio. Carlos Drummond de Andrade, "A flor e a náusea", 1967. Neste capít
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A dimensão vitalizadora da função analítica: da técnica ativa à elasticidade da técnica ferencziana
Capítulo 1 do livro "Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista", escrito por Fátima Flórido César, Marina F. R. Ribeiro e Claudia Mazzini Perrotta. No livro Esta arte da psicanálise: sonhando sonhos não sonhados e gritos interrompidos, de Thomas Ogden (2010), encontramos logo no segundo capítulo, intitulado "Do que eu não abriria mão", a enumeração do que ele considera como valores essenciais sustentadores de um trabalho analítico. O autor adverte que não se trata de es
30 min de leitura


Introdução do livro Chuva n'alma: a função vitalizadora do analista
Escrito por Fátima Flórido César e Marina F. R. Ribeiro. Estar vivo é tudo (Donald W. Winnicott, 1963, p. 174). É com essa instigante afirmativa de Winnicott, apresentada nas linhas finais do texto "Comunicação e falta de comunicação levando ao estudo de certos opostos" (1963/1982a), que iniciamos este livro. A essa sentença aparentemente simples, mas desdobrável em complexidade e intensidades, acrescenta: "É um esforço constante chegar ao ponto inicial e aí se manter". E fin
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Uma reflexão sobre os discursos direto, tangencial e non sequiturs de Ogden e a busca da vida não vivida. Visitação: quando as palavras vêm ao nosso encontro
Capítulo 12 do livro "Por que Ogden?" (2023), com a autoria de Fátima Florido César [1], Marina F. R. Ribeiro [2]. Anunciação (...) Nele, Maria está sentada perto de uma janela e vê-se pelo volume de seu ventre que está grávida. O arcanjo, de pé ao seu lado, olha-a. E ela, como se mal suportasse o que lhe fora anunciado como destino seu e destino para a humanidade futura através dela, Maria aperta a garganta com a mão, em surpresa e angústia. (...) É a mais bela e cruciante v
24 min de leitura
![As Palavras Aladas [1] de Ogden](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_84f9ddb1695945289d702ce96e001ec6~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_84f9ddb1695945289d702ce96e001ec6~mv2.webp)
![As Palavras Aladas [1] de Ogden](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_84f9ddb1695945289d702ce96e001ec6~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_84f9ddb1695945289d702ce96e001ec6~mv2.webp)
As Palavras Aladas [1] de Ogden
Capítulo 11 do livro "Por que Ogden?" (2023), com a autoria de Fátima Florido César [2], Marina F. R. Ribeiro [3]. (...) a linguagem não é apenas uma cesta na qual as ideias são transportadas: a maneira pela qual a linguagem é usada para expressar uma ideia é inseparável do conteúdo da ideia [4]. (Ogden, 2016a) (...) Porque a maneira de reduzir o isolado que somos dentro de nós mesmos, rodeados de distâncias e lembranças, é botando enchimento nas palavras. É botando apelidos,
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![Do limbo ao lume: a reverie em Ogden [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_2b92e51373a64b06940eddd8ec519776~mv2.png/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_35,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_2b92e51373a64b06940eddd8ec519776~mv2.webp)
![Do limbo ao lume: a reverie em Ogden [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_2b92e51373a64b06940eddd8ec519776~mv2.png/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_95,enc_avif,quality_auto/1918a7_2b92e51373a64b06940eddd8ec519776~mv2.webp)
Do limbo ao lume: a reverie em Ogden [1]
Capítulo 10 do livro "Por que Ogden?" (2023), com a autoria de Ana Fátima Aguiar [2], Marina F. R. Ribeiro [3] e Pedro Hikiji Neves [4]. [...] (o) momento produtivo entre sonho e reverie, entre reverie e interpretação, entre interpretação e vivência no (e do) terceiro analítico são, para mim, o cerne daquilo que é único no sentimento de vitalidade de uma experiência analítica. (Ogden, 2013, p. 138) Thomas Ogden tem estilo próprio, tanto na literatura quanto na psicanálise con
23 min de leitura


Ogden leitor de Bion: da teoria do pensar ao pensamento intuitivo
Capítulo 5 do livro "Por que Ogden?" (2023), com a autoria de Marina F. R. Ribeiro [1] e Davi Berciano Flores [2]. O que torna um artigo atemporal em qualquer disciplina é o fato de ser não apenas uma declaração original do conhecimento vigente, mas também uma memória do futuro (OGDEN, 2014, p.62). As ideias de um indivíduo são tão valiosas quanto o uso que lhes é dado por outros (OGDEN, 2015, p. 71). Eu tento localizar a fonte das ideias que apresento, mas é difícil para m
47 min de leitura


Apresentação: Lendo Thomas Ogden
Apresentação do livro "Por que Ogden?" (2023) com autoria de Marina F. R. Ribeiro [1]. O livro terá fracassado se não se tornar um objeto de estudo para o leitor, e se a própria leitura não for uma experiência emocional. Minha esperança é que esta seja uma experiência que conduza a uma ampliação da capacidade do analista para mobilizar os próprios recursos de conhecimento, observação clínica e construção teórica (Bion, Cogitações, 1992/2000, p. 269) Inspirada nesta epígrafe d
17 min de leitura


Trechos Selecionados da Obra de Melanie Klein
Capítulo XI do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Este capítulo apresenta trechos da obra kleiniana que trazem seus principais conceitos. As citações estão organizadas por temas e representam, dentro dos textos aos quais pertencem, uma espécie de síntesedo conceito abordado, facilitando assim o trabalho de investigação e pesquisa [1]. A intenção é que o leitor entre em contato com a nossa autora em momentos diferen
24 min de leitura


Identificação Projetiva: desdobramentos técnicos
Capítulo IX do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Klein observou que no início da vida já estavam presentes fortes ansiedades, como já dito. Na cronologia da vida, a primeira posição é a esquizoparanoide; mas a posição depressiva foi descrita em 1935 e 1940, e a esquizoparanoide, em 1946. Nessa ocasião, ela também descreve, pela primeira vez, outro importante conceito, a identificação projetiva, que teve vários des
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Inveja e Gratidão: alguns apontamentos
Capítulo VIII do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Como vimos anteriormente, Melanie Klein (1957/1996) publicou o texto "Inveja e Gratidão", na década de 1950. Nele, destacou a forma de aparição dos impulsos destrutivos que se configuram como inveja, correspondendo ao desejo de atacar e destruir o bom objeto, aquele que é a base da saúde psíquica. Vamos então, neste capítulo, aprofundar o tema. O objeto por excelê
19 min de leitura
![A Posição Feminina: uma teoria sobre a feminilidade e a masculinidade [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_2adcf350ebd947a887c986ae1f5998cd~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_2adcf350ebd947a887c986ae1f5998cd~mv2.webp)
![A Posição Feminina: uma teoria sobre a feminilidade e a masculinidade [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_2adcf350ebd947a887c986ae1f5998cd~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_2adcf350ebd947a887c986ae1f5998cd~mv2.webp)
A Posição Feminina: uma teoria sobre a feminilidade e a masculinidade [1]
Capítulo VII do livro "Por que Klein?" (2018) escrito por Marina F. R. Ribeiro. Primeiramente, gostaríamos de retomar os conceitos de posição e fase, explicitados no capítulo sobre as posições esquizoparanoide e depressiva. Em 1932, [2] Klein utiliza as duas expressões: fase da feminilidade e posição feminina, não fazendo distinção entre elas. No entanto, fase traz o caráter de algo passageiro, de que existe uma passagem para outro patamar, outra fase; ou seja, traz no seu âm
11 min de leitura


As Posições Esquizoparanoide e Depressiva: o movimento da mente
Capítulo VI do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. As posições são configurações complexas e sempre em mutação, formadas por ansiedades, defesas e modos de relação de objeto. O termo posição aparece sutilmente no texto, de 1928, "Estágios iniciais do conflito edipiano", no qual Klein apresenta sua teoria do funcionamento mental, que, sem negar as fases libidinais propostas por Freud, traz uma nova perspectiva de ent
22 min de leitura


O Arcaico em Klein
Capítulo V do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Há um aspecto que nos conduz diretamente ao núcleo da herança kleiniana: sua linguagem. Trata-se de uma forma de comunicação que nos permite um contato direto com a dimensão concreta e corpórea da fantasia infantil, por sua constante referência aos órgãos e fluidos do corpo. E talvez justamente esse aspecto possa, em um primeiro momento, levar a uma imediata rejeição
26 min de leitura


A Fantasia Inconsciente: leituras atuais
Capítulo IV do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. O conceito de fantasia inconsciente é outra grande contribuição do pensamento kleiniano para a psicanálise. Ainda que o termo já figurasse no texto freudiano, foi Klein quem investigou profundamente o funcionamento arcaico da mente. De fato, Freud (1923/1980) havia postulado: "... o ego é, antes de qualquer coisa, um ego corporal..."; no entanto, Klein explorou clín
5 min de leitura


A genialidade da análise com crianças e seus desdobramentos na clínica
Capítulo III do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. A primeira e a mais revolucionária contribuição kleiniana para a clínica contemporânea, certamente a mais assimilada por inúmeros psicanalistas, foi a descoberta da análise de crianças. Assim, o que na década de 1920 era visto como um ato de ousadia se tornou uma experiência clínica cotidiana. Mas como isso aconteceu? O início desta história remonta à própria exper
9 min de leitura


Introdução: Por que Klein?
Introdução do livro "Por que Klein?" (2018) com autoria de Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Klein (1955/1996b) nos trouxe várias contribuições conceituais que expandiram o conhecimento psicanalítico, como a noção de objetos internos e de que as relações objetais estão presentes desde o inicio da vida. Nunca abandonou a ideia de um conflito entre pulsões de vida e de morte, tal como descrito por Freud, nem a dimensão das intensidades, ou seja, o vértice econ
13 min de leitura


Apresentação: Por que Klein hoje?
Apresentação do livro "Por que Klein?" (2018) escrito por Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro. Por que Melanie Klein? E por que hoje? Essas são as perguntas que iluminam este livro. Pensar na transmissão do legado de Klein leva diretamente aos efeitos que seus escritos vêm produzindo e à infinidade de autores que se seguiram pelo mundo afora. Trata-se, pois, de obra seminal, cujas concepções contêm sementes de futuros pensamentos, suscitando, alimentando e cria
5 min de leitura


Sonhando futuros: o analista como guardião do porvir - uma perspectiva bollasiana
Este texto é um capítulo do livro “Por que Bollas?” (2024) da Editora Zagodoni, organizado por Elisa Cintra. O capítulo (cap. 8) foi escrito por Marina Ribeiro [1] e Fátima Flórido César [2]. A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar. Eduardo Galeano (1994, p. 310). S
16 min de leitura


A pesca do fragmento intersubjetivo na pesquisa psicanalítica
Este texto é um capítulo do livro "Pesquisas acadêmicas em psicanálise: reflexões teóricas e ilustrações prática" (2022), organizado por Nadja Nara Barbosa Pinheiro, Rodrigo Sanches Peres e Sílvia Nogueira Cordeiro. A pesca do fragmento intersubjetivo na pesquisa psicanalítica [1] Autores: Marina Ferreira da Rosa Ribeiro, Davi Berciano Flores e Janderson Farias Silvestre Ramos. Sem especular e teorizar – quase digo: fantasiar – de maneira metapsicológica, não avançamos um pas
26 min de leitura


Prefácio: As origens da criatividade e da esperança - reflexões psicanalíticas a partir de Melanie Klein e Donald Winnicott
Prefácio do livro As origens da criatividade e da esperança - reflexões psicanalíticas a partir de Melanie Klein e Donald Winnicott de Maysa Bezerra, escrito por Marina F. Ribeiro. Quero ignorado, e calmo Por ignorado, e próprio Por calmo, encher meus dias De não querer mais deles. Aos que a riqueza toca O ouro irrita a pele. Aos que a fama bafeja Embacia-se a vida. Aos que a felicidade É sol, virá a noite. Mas ao que nada espera Tudo que vem é grato. Fernando Pessoa. Sinto-m
7 min de leitura


Sinfonia dos afetos: reverie e simbolização no pensamento de Elias e Elizabeth da Rocha Barros
Este artigo foi publicado no Jornal de Psicanálise em 2025, sob autoria de Ana Fátima Aguiar [1] e Marina F. Ribeiro [2]. Resumo: Este artigo propõe uma reflexão sobre a construção dos processos de simbolização à luz da noção de reverie, com base nas contribuições teórico-clínicas de Elias e Elizabeth da Rocha Barros. Os psicanalistas brasileiros criam o conceito de pictogramas afetivos para se referirem a imagens compostas por elementos carregados de expressividade simbólica
19 min de leitura


Em meio a belas e feras: pensando vínculos a partir da obra de Melanie Klein
Este capitulo de livro foi publicado em "Vínculos e suas interfaces psicanalíticas" da Editora Escuta, em 2025. Em meio a belas e feras: pensando vínculos a partir da obra de Melanie Klein Autores: Bruno O. Marte [1] e Marina F. R. Ribeiro ]2]. [...] o prazer que o bebê foi capaz de vivenciar no passado, por sentir-se amado e amoroso, transfere-se mais tarde na vida não somente às suas relações com pessoas, o que é muito importante, mas também ao seu trabalho e a tudo por que
28 min de leitura


Tão longe, tão perto: notas sobre a vitalização no atendimento em linha
Este artigo foi publicado no Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro (Cadernos de Psicanálise) em 2025, sob autoria de Marina F. Ribeiro e Fátima Flórido César. Resumo: Este trabalho aborda o atendimento on-line, aqui denominado “atendimento em-linha”, situando-o no contexto da psicanálise como intrinsecamente ligada à virtualidade. Refletimos sobre a importância de estratégias vitalizantes diante das transformações do enquadre e das particularidades de patologias não neuróti
23 min de leitura


Do superego insone/insano ao acalanto criativo de si
Este artigo foi publicado no Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro (Cadernos de Psicanálise) em 2025, sob autoria de Marina F. Ribeiro e Bruno O. Marte. Resumo: Neste trabalho, serão investigados os empecilhos e as condições para que a função psicanalítica da personalidade do analista esteja operante. Com esse intuito, propomos uma noção espectral do superego, visando a apreensão da amplitude de suas manifestações, para então, verificarmos em que medida, aquilo que denomina
33 min de leitura


Dimensões vitalizantes da presença e o lugar do prazer no encontro analítico
Este artigo foi publicado na Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental em 2025, sob autoria de Marina F. Ribeiro e Fátima Flórido César. Resumo: No campo da psicanálise, a dor é comumente entendida como motor de transformação, em detrimento do prazer. Há, porém, psicanalistas que destacam que experiências prazerosas também podem gerar desenvolvimento, configurando-se como vetores de vitalização. Winnicott, Ferro, Civitarese, Anne Alvarez, Bollas e Rachael Peltz sã
26 min de leitura


Ateliê de sonhos e não-sonhos: uma reflexão sobre o conceito de enactment a partir do filme Trama Fantasma
Este é um capítulo do livro "Entre sombas e luzes: o cinema e a experiência estética do psicanalista", publicado em 2025 pela Editora Zagodoni. O artigo foi escrito por Marina Ribeiro, Camila Young e Luan Ricardo. No vai e vem da agulha, exploramos o conceito de enactment a partir dos estudos de Roosevelt Cassorla, articulando-o ao filme Trama Fantasma . Embora originado no contexto clínico, buscamos expandi-lo para pensar as dinâmicas intersubjetivas que o cinema permite e
18 min de leitura


Potencialidades transformativas do encontro estético: um estudo de caso
Este artigo foi publicado em 2025 na Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental. Autores: Janderson Farias Silvestre Ramos e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro Resumo: Este artigo tem como objetivo analisar, a posteriori, uma experiência clínica vivida em um contexto institucional. Trata-se de um paciente que frequentava um grupo centrado em torno da música e que apresentou transformações subjetivas e relacionais. Investigamos os elementos da experiência vivida com es
30 min de leitura
![Linguagem, pensamento e capacidade imaginativa: fundamentos epistemológicos em W. R. Bion [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_d2deed92620345e3ba9861a059ee27a7~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_d2deed92620345e3ba9861a059ee27a7~mv2.webp)
![Linguagem, pensamento e capacidade imaginativa: fundamentos epistemológicos em W. R. Bion [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_d2deed92620345e3ba9861a059ee27a7~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_d2deed92620345e3ba9861a059ee27a7~mv2.webp)
Linguagem, pensamento e capacidade imaginativa: fundamentos epistemológicos em W. R. Bion [1]
Este artigo foi publicado em 2023 no Jornal de Psicanálise. Autores: Péricles Pinheiro Machado Jr. [2] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [3] Resumo: O autor elabora um debate sobre o uso das contribuições de Bion na elaboração de trabalhos científicos. Propõe que a premissa epistemológica enunciada por Bion em Aprender da experiência e aprofundada ao longo de sua extensa obra revela uma lógica abdutiva pela qual procura-se apreender o fenômeno humano no contato direto com o o
22 min de leitura


Destinatários do amor - Continentes para a função psicanalitica da personalidade
Este artigo foi publicado em 2025 na Revista Ide (São Paulo). Autora: Marina F. R. Ribeiro [1] Francesca [2] e Bion em Brasília, 1975 (Acervo da SBPSP). Ah… a delicadeza do amor… força e fragilidade… o vivo requer espaço e tempo… é água que escorre, transborda e se espalha no espaço consentido. Em um depoimento gravado em vídeo, Octavio Paz diz: Eu não sei se o amor é conhecimento, como pensava Platão. Creio que o amor é reconhecimento, reconhecemos uma imagem muito antiga q
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Cuidar, berço do humano: reflexões sobre a clínica da perinatalidade
Este artigo foi publicado em 2025 na revista Primórdios do Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro. Autores: Renata Rocha Lima de Almeida Orlando e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro. Resumo: Este artigo busca discutir os elementos fundamentais que devem comparecer na clínica da perinatalidade, para além das diferentes especializações. O artigo se inicia com o relato de um parto acompanhado por uma das autoras como doula e psicanalista. A análise começa problematizando a assistê
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![A vida é bela: o ambiente como guardião da criatividade e da esperança [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_44c835007fd84ebba011ef434d3ab0ba~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_44c835007fd84ebba011ef434d3ab0ba~mv2.webp)
![A vida é bela: o ambiente como guardião da criatividade e da esperança [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_44c835007fd84ebba011ef434d3ab0ba~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_44c835007fd84ebba011ef434d3ab0ba~mv2.webp)
A vida é bela: o ambiente como guardião da criatividade e da esperança [1]
Este artigo foi publicado em 2024 no Jornal de Psicanálise. Autores: Maysa Marianne Silva Bezerra [2] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [3]. Resumo: Este artigo pretende discutir os temas da esperança e desesperança a partir da noção de criatividade primária, com base no pensamento de Donald Winnicott. Na leitura realizada, observamos que esses fenômenos se entrelaçam aos primeiros encontros existentes entre um bebê e seu ambiente. Relações iniciais mal ou bem-sucedidas fazem
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![Inveja e gratidão: flutuações da criatividade e esperança no mundo psíquico [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_0ad2ea89fc6e46d587a4eb3e32d85171~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_0ad2ea89fc6e46d587a4eb3e32d85171~mv2.webp)
![Inveja e gratidão: flutuações da criatividade e esperança no mundo psíquico [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_0ad2ea89fc6e46d587a4eb3e32d85171~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_0ad2ea89fc6e46d587a4eb3e32d85171~mv2.webp)
Inveja e gratidão: flutuações da criatividade e esperança no mundo psíquico [1]
Este artigo foi publicado em 2024 na Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental. Autores: Maysa Marianne Silva Bezerra [2] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [3]. Resumo: Este artigo pretende discutir o texto seminal de Melanie Klein, Inveja e gratidão (1957), no intuito de articulá-lo com os fenômenos da esperança, desesperança, criatividade e destrutividade. Na leitura realizada, observamos que a inveja é um solo fértil para o crescimento da desesperança e destrut
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Entrelinhas do criar: um atendimento clínico no campo da linguagem escrita
Este artigo foi publicado em 2024, na Revista Construção Psicopedagógica. Autores: Claudia Mazini Perrotta [1], Elisa M. Ulhôa Cintra [2] e Marina F. R. Ribeiro [3]. Resumo: O objetivo deste artigo é apresentar um fazer clínico psicanalítico no campo da escrita que dialoga com autores que abordam as implicações dos processos criativos na constituição psíquica. Destaca-se a importância de espaços potenciais de trabalho, em que a parceria afetiva entre terapeuta e paciente po
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Da espera às criações: os derivados narrativos de Antonino Ferro
Este artigo foi publicado em 2024 no Jornal de Psicanálise . Autores: Ana Fátima Aguiar [1], Davi Berciano Flores [2] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [3]. Resumo: Este artigo apresenta as ideias do psicanalista Antonino Ferro sobre o potencial transformador das narrativas na sessão de análise. O analista, a partir de uma espera favorecida por sua capacidade negativa, perpassa as turbulências do incognoscível, e assim, pacientemente, narrativas passam a ser cocriadas, via
23 min de leitura
![Sobre a androginia da mente: bissexualidade psíquica e funcionamento mental [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_f002b83a7ecc464283ba3d596e89cbc7~mv2.png/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_35,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_f002b83a7ecc464283ba3d596e89cbc7~mv2.webp)
![Sobre a androginia da mente: bissexualidade psíquica e funcionamento mental [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_f002b83a7ecc464283ba3d596e89cbc7~mv2.png/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_95,enc_avif,quality_auto/1918a7_f002b83a7ecc464283ba3d596e89cbc7~mv2.webp)
Sobre a androginia da mente: bissexualidade psíquica e funcionamento mental [1]
Este artigo foi publicado em 2023 no Jornal de Psicanálise . Autores: Gabriela Lara da Cruz Lucas Macedo [2] e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro [3] Resumo: Este artigo busca aproximar o conceito de bissexualidade psíquica desenvolvido por Freud das noções de continente-contido, centrais à Teoria do pensar do psicanalista inglês Wilfred Bion. A partir dos desenvolvimentos teóricos de ambos os autores, defendemos a existência de uma mente andrógina que resguarda um funcionamen
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![Reflexões paradoxais sobre o envelhecer em alguns textos de Freud [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_0492b25e5f43433caa4bc42e1f5a8526~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_0492b25e5f43433caa4bc42e1f5a8526~mv2.webp)
![Reflexões paradoxais sobre o envelhecer em alguns textos de Freud [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_0492b25e5f43433caa4bc42e1f5a8526~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_0492b25e5f43433caa4bc42e1f5a8526~mv2.webp)
Reflexões paradoxais sobre o envelhecer em alguns textos de Freud [1]
Este artigo foi publicado em 2024 na Revista Brasileira de Psicanálise. Autores: Pedro Vinicius de Souza Brito [2] e Marina F. R. Ribeiro [3]. Resumo: A longevidade populacional contemporânea pôs em questão as teorias que não contemplavam essa etapa da vida. Esse é o caso da psicanálise. Desde seus textos iniciais, Freud se opôs ao tratamento psicanalítico de pessoas muito idosas. Entretanto, ele próprio não deixou de exercer a psicanálise, e alguns dos seus mais importante
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![Eros no encontro analítico: a sedução suficientemente boa [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_2094b4737e124ae3a4292fc390bc5982~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_2094b4737e124ae3a4292fc390bc5982~mv2.webp)
![Eros no encontro analítico: a sedução suficientemente boa [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_2094b4737e124ae3a4292fc390bc5982~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_2094b4737e124ae3a4292fc390bc5982~mv2.webp)
Eros no encontro analítico: a sedução suficientemente boa [1]
Este artigo foi publicado em 2023 no Cadernos de Psicanálise (CPRJ). Autoras: Fatima Flórido Cesar de Alencastro Graça e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro. Resumo: A partir do relato de um atendimento analítico online, o texto apresenta uma reflexão sobre a função vitalizadora do analista, destacando o que denominamos “sedução suficientemente boa” à semelhança da “mãe suficientemente boa” de Winnicott: a sedução fazendo parte do encontro analítico, devendo manter-se operando a
28 min de leitura
![A escuta do campo analítico: ressonâncias e manejos na análise de crianças [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_e80ceb0c53b4407c8897585896b10a6f~mv2.jpg/v1/fill/w_187,h_250,fp_0.50_0.50,q_30,blur_30,enc_avif,quality_auto/1918a7_e80ceb0c53b4407c8897585896b10a6f~mv2.webp)
![A escuta do campo analítico: ressonâncias e manejos na análise de crianças [1]](https://static.wixstatic.com/media/1918a7_e80ceb0c53b4407c8897585896b10a6f~mv2.jpg/v1/fill/w_230,h_307,fp_0.50_0.50,q_90,enc_avif,quality_auto/1918a7_e80ceb0c53b4407c8897585896b10a6f~mv2.webp)
A escuta do campo analítico: ressonâncias e manejos na análise de crianças [1]
Este artigo foi publicado em 2023 na Revista Brasileira de Psicanálise. Autoras: Camila Young Vieira [2] e Marina F. R. Ribeiro [3]. Resumo: A experiência clínica de análise com crianças expõe o analista a um campo de forças que envolve o paciente e seu entorno. Nesse contexto, privilegiar a circularidade da escuta analítica significa conter os elementos transferenciais e contratransferenciais no campo em uma trama complexa que envolve a criança e, de acordo com a situação, o
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A (in)capacidade de sonhar: a precariedade da rêverie materna na clínica da psicose
Esta é uma resenha do livro Mulheres que não sonharam: a precariedade da rêverie materna e o não sonhado entre as gerações de Victor de Jesus Santos Costa, publicado pela Editora Dialética em 2022. A resenha foi publicada em 2023 na Revista USP, na seção Estilos da Clínica. Autoras: Ana Fátima Aguiar e Marina Ferreira da Rosa Ribeiro. A leitura de"Mulheres que não sonharam: a precariedade da rêverie materna e o não sonhado entre as gerações"avivou em mim o desejo de comunicar
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